A difícil arte de dizer tudo sem muitas palavras…

Algumas empresas estão buscando formas de como usar o Twitter como ferramenta de comunicação mercadológica. Existem casos bem estruturados, ainda não sei de nenhum que tenha dado um grande resultado.
O mais recente que fiquei sabendo foi o da MRV. Bem interessante.
Várias pessoas já haviam comentado comigo sobre a popularidade do Marcelo Tas no Twitter. Fui conferir hoje e é realmente espantosa! O número de seguidores, hoje, era de quase 76.000 usuários.
Resolvi seguí-lo também e um dos posts recentes dele é sobre o Censo de usuários do Twitter no Brasil - http://www.twittercentral.com.br/censobr/, muito interessante para quem quer utilizar o Twitter como uma ferramenta de Marketing direto e de Comunicação, por exemplo. Saber o perfil do usuário é primordial.
Mas o que mais me chamou a atenção nisto tudo foi que ao acessar a página do Marcelo Tas vi que ela é patrocinada pela Telefônica, ou seja, ele já se tornou uma mídia de massa dentro do Twitter e já tem uma empresa que fala com a massa o utilizando para tal.
E tem gente que não vê possibilidades de retorno financeiro no Twitter.
Terra de ninguém, terra de alguns, terra de todos, terra de iguais, uns mais iguais que os outros…
Começam a aparecer os primeiros sinais das divisões dos mundos na internet. Ainda não existiam barreiras geográficas que separassem o 1º do 3º mundo, nem dos emergentes, porém, na "Reportagem da Semana" da Revista da Semana de 07 de maio de 2009, foi publicada uma matéria do The New York Times em que é apresentada uma avaliação mercadológica dos principais sites de redes sociais e compartilhamento de conteúdo.
O que se apresenta é que sites como YouTube e Facebook são deficitários fora dos EUA e Europa. Já existem medidas de restrição de uso nos territórios em que não se consigam grandes retornos financeiros e até mesmo a extinção dos sites nestes pontos do Globo.
Isto tudo porque o custo de geração de conteúdo e seu armazenamento são maiores do que a receita captada através de publicidade nos países pobres e emergentes, os usuários consomem o conteúdo porém não retornam como compradores dos anunciantes.
O MySpace está testando uma versão chamada Profile Lite, que demanda menor consumo de banda para rodar. O YouTube já prevê redução de resolução em horários de pico. Sites não tão populares no Brasil, como o Veoh, já chegaram ao extremo de bloquear os usuários da África, América Latina e Europa Oriental.
Definitivamente, a segregação chegou à Rede - onde se pensava numa verdadeira democracia global.
* se você tentar acessar o Veoh receberá a seguinte mensagem: "Veoh is no longer available in BRAZIL. If you are not in BRAZIL or think you have received this message in error, please go to veoh.com and report the issue."
Nossa, como é antigo o termo "CRM" ou "Customer Relationship Management", dizem por aí que esta prática existe desde o início de 1990. Baseiam as tomadas de decisão no pensamento de que "se o cliente gosta da sua empresa ele fala isto para, no máximo, 5 pessoas; se não gosta vai falar mal para, pelo menos, 20 pessoas", "o custo de captar um cliente é infinitamente maior do que o de mantê-lo"…
Mas ao fazer isto, os executivos transferem toda a lógica de CRM para os resultados financeiros. Eles não estão sendo sinceros consigo e com o conceito, estão pensando na lucratividade gerada por aquela ação. Não montam uma estratégia com foco em solucionar questões e dificuldades do cliente, mas em aumentar o desempenho comercial da sua empresa ou unidade de negócios e, consequentemente, sobrará uma fatia maior para eles.
Não sou contra o foco na lucratividade e não discordo com a leitura de que o Relacionamento com o Cliente é fundamental para o sucesso da empresa. Mas discordo de tudo que nasça pura e simplesmente para enriquecer quem idealizou. Não acredito que isto seja sustentável.
Ah… e CRM, é coisa antiga… o Seu Zé, da Mercearia da Esquina, sabia muito bem quem eram seus clientes, o que eles compravam, do que eles gostavam, quanto estavam devendo, seus endereços, as datas de nascimento… estava tudo na caderneta.
Essa história da menina de 9 anos que foi estuprada pelo padastros, desde os 6 anos!!!, e acabou engravidando e foi submetida a aborto induzido já tá virando uma novela.
As pessoas devem procurar saber do que falam antes de sairem apontando erros de conduta de A ou B.
I. O estuprador deve ser preso, ele é o culpado pela confusão.
II. A Igreja defende o direito da vida acima de qualquer violência. Uma leitura que pode ser feita é que a gravidez, resultante de uma violência sexual - o estupro - é mais valiosa do que a sua interrupção - o aborto.
III. A excomunhão é uma penalidade da Igreja Católica, a seus fiéis, que infrigirem as condutas previstas no Código de Direito Canônico. É a regra para quem quer ser Católico.
Não entendo por que tanta balbúrdia sobre isto. Se eu quero fazer parte de uma comunidade eu tenho que seguir os combinados. Se eu chegar fora do horário na minha empresa, ou desrespeitar um colega, um subordinado ou um superior eu corro o risco de ser despedido; se eu não pagar o condomÃnio do clube serei expulso e perderei a cota; se eu executar um aborto seria (se fosse católico) excomungado. É a regra, é o combinado entre entidade e participantes.
IV. O Presidente Lula deveria entender melhor isto antes de achar ruim com a Igreja. Estado é Estado. Se o médico fez o procedimento de acordo com a lei, pronto, ok. Ele não é preso e parabéns pelo trabalho bem feito.
V. Defendo que a ignorância é a pior inimiga das pessoas. Todos saem dando opinião sobre o caso, achando que a Igreja está condenando a pessoa e jogando-a no fogo do inferno. Você já pensou que ao optar por uma religião você, necessariamente, nega as outras? Isto quer dizer que há muito mais Deuses, Alás, Budas, Tupãs e o que quer que seja contra os seus ideias do que a favor.
Esta discussão, afinal, é legal, cientÃfica ou religiosa? Não dá para misturar as três coisas pois não haverá consenso.
Estive refletindo sobre a questão, “é hora de parar, reduzir ou manter o investimento em Marketing? ”
Quem me conhece, sabe que a minha resposta será “depende”. E depende mesmo, cada caso, cada empresa, cada mercado está em um cenário.
A indústria automobilÃstica, por exemplo, ganhou uma redução de IPI que impulsionou as vendas, logo, deve investir em Marketing, pois, como o desconto vale para qualquer montadora, aquela que se comunicar melhor, oferecer melhor preço, tiver um bom produto pronto e para entregar terá vantagem competitiva. Claro que nenhuma terá todas estas caracterÃsticas. A que compôr um melhor mix, então, estará na frente das outras - claro que o que disse é simplificado.
O mercado de educação deve manter o investimento. Avaliando especificamente a parte de comunicação, eu entendo que as instituições devem apenas rever as estratégias de conteúdo, forma e mÃdia, realocando as verbas publicitárias. MÃdias verdes, ações promocionais, internet, relacionamento, etc. devem ganhar maior espaço nos planos de comunicação, em detrimento das mÃdias de massa.
Já as empresas que vendem dinheiro e crédito, estas, eu acredito que devem reduzir os esforços de comunicação. Focando especificamente no relacionamento com seus principais clientes e readequando sua verba para outras variáveis do mix como, por exemplo, incentivo à força de vendas ou até mesmo redução de preços.
Minha análise é que muito do que ocorre neste perÃodo continua sendo especulação, achismo. Há quem esteja lucrando com a crise, por exemplo, empresas de locação de automóveis que podem refazer sua frota sem pagar IPI. Certa vez ouvi a expressão “Tem gente que nasceu para chorar e tem gente que nasceu para vender lenço.”, então as empresas têm que identificar seus compradores de lenço e comunicar com eles de forma eficiente, se não, quando a crise passar, perceberá que perdeu muito mercado para a concorrência, aà é só chorar mesmo.
Campanha do Governo Britânico associa o videogame à obesidade e é respaldada por institutos como a British Heart Foundation, a Diabetes UK e a Cancer Research.
É impressionante a nossa capacidade de transmitir a culpa para as máquinas! Quer dizer que se a pessoa é sedentária, a culpa é do videogame; se a pessoa mata, a culpa é da arma; se a pessoa cai numa cilada de encontro às escuras, a culpa é da rede social da qual participa.
Como diria minha avó, que era bastante ativa até morrer, valha-me Deus!
Conheça a campanha Change4Life